O Couro

O Couro

Os produtos ATHERA são confeccionados em couro legítimo: um produto milenar de excelente durabilidade e qualidade. Por ser um produto de origem animal, pode conter imperfeições da pele, o que lhe confere autenticidade.

CUIDADO E CONSERVAÇÃO

Para conservar melhor a sua peça siga as instruções a seguir:

Não lavar na máquina. Em caso de manchas leves ou sujeiras na superfície de artigos como napa, removê-las com um pano úmido e limpo. Mas se a mancha for mais profunda, procurar serviços de profissionais de limpeza de couro. Jamais usar produtos de limpeza, detergentes, óleos ou álcool. Em casos de artigos como chamois e derivados, recomenda-se ter um cuidado maior evitando todos os tipos de manchas, visto que este artigo não tem um acabamento com pigmento, tornando a flor mais exposta.
Se a peça de couro pegar chuva ou umidade, deixá-la ventilar e secar a temperatura ambiente. Nunca secá-la no calor direto.
Armazenar em local arejado ou em sacos de tecido.  Não guardar a peça de couro em saco plástico. A falta de ventilação pode ocasionar descoloração e mofo.
Não guardar as peças dobradas, o couro marca e deforma. Prefira cabides e cuidado com as presilhas. Em caso de necessidade, pode-se usar o ferro de passar, à temperatura de 80ºC, colocando-se um pano leve sobre a superfície a ser passada.
Hidratar o couro para manter a maciez e não ressecar. Utilizar hidratante de couro ou corporal neutro e esperar secar antes de guardar.
Todo couro tem um odor característico. Este odor serve, na maioria das vezes, até mesmo para diferenciar o couro de suas imitações. Porém, para evitar que o odor fique muito intenso, é necessário colocar o artigo para arejar com freqüência. Nunca deixá-lo guardado ou fechado por muito tempo.
Evitar contato direto de couros com peças brancas, principalmente colarinhos, visto que a transpiração do corpo poderá proporcionar a migração dos corantes do couro para o tecido.

b

Em vigor desde 9 de dezembro de 1965, a Lei N° 4.888 proíbe a utilização do termo couro em produtos que não sejam obtidos exclusivamente de pele animal. A sua infração constitui crime de concorrência desleal previsto na lei da propriedade industrial sob n° 9.279/96, Artigo 195, cuja pena é detenção do infrator de 3 meses a 1 ano ou multa.

Lei n 4.888, de 9 de Dezembro de 1965
Faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
ART. 1° – Fica proibido pôr a venda ou vender, sob o nome de couro, produtos que não sejam obtidos exclusivamente de pele animal.
ART. 2° – Os produtos artificiais de imitação terão de ter sua natureza caracterizada para efeito de exposição e venda.
ART. 3° – Fica também proibido o emprego da palavra couro, mesmo modificada com prefixos ou sufixos, para denominar produtos não enquadrados no art. 1°.
ART. 4˚ – A infração da presente Lei constitui crime previsto no art. 196 e seus parágrafos do Código Penal.
ART. 5˚- …Vetado…
ART. 6˚- Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 9 de dezembro de 1965; 144° da Independência e 77° da República. —PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Lei n 9.279, de 14 de Maio de 1996
Regula direitos e obrigações relativos à Propriedade Industrial
Essa Lei revoga o Artigo 196, do Decreto Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), porém os crimes de concorrência desleal passam a ser tratados nessa Lei pelo Artigo 195 e seus parágrafos, cuja pena é detenção de 3 meses a 1 ano, ou multa.

Para penalizar o infrator é necessário:
Oficializar o infrator, solicitando que suspenda, em certo prazo, o uso indevido da palavra couro; Se o infrator não atender a solicitação, registrar em cartório uma notificação extrajudicial contra o infrator;
Se, ainda assim, ele não cumprir, impetrar ação judicial em Vara Cível, podendo solicitar também indenização, custos, honorários advocatícios, etc.